Artigos | Vol. 3 Núm. 5 (2025)
Urbano Nóbrega Daniel Oliveira João Romeu
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##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## diciembre 31, 2025
Ao longo do tempo, as mudanças que ocorrem em grandes nações acabam por moldar significativamente seus subconjuntos. Dentre os aspectos suscetíveis a essas oscilações, encontra-se a produção de bens/serviços que, no Brasil, é avaliada por meio de sua distribuição regional. Considerando esse fenômeno, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), desenvolveu um conjunto de estimativas pertinentes à Contabilidade Social por Unidades da Federação e Distrito Federal, denominado Sistema de Contas Regionais (SCR). Com base na robusta base de dados do SCR, o presente artigo examina a composição da estrutura produtiva nacional sob seus aspectos estaduais e regionais no período de 2002 a 2022, com ênfase nas particularidades da economia pernambucana. Será utilizado o cálculo do Quociente Locacional (QL), com base na variável Valor Adicionado Bruto (VAB), para analisar os processos de especialização produtiva das economias estaduais e sua evolução temporal. Assim, o objetivo geral do artigo é descrever o modelo analítico de especialização da produção a partir das atividades econômicas que mais contribuem para a geração de valor nas economias estaduais, tendo como referência as 18 atividades divulgadas pelo Sistema de Contas Regionais, ressaltando a contribuição dos estados e regiões para a composição do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Uma das considerações finais aponta para uma tendência de desconcentração da produção no país, embora a região Sudeste mantenha a liderança na geração da produção, cuja participação apresentou trajetória declinante.

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