Artigos | v. 1 n. 1 (2023)
Luiz da Silva Maia Neto David Pablo Cavalcanti da Fonseca Ana Tamires Alves dos Santos Ericka Inocêncio de Santana Anna Lígia de Castro Figueiredo Vanessa Silva de Almeida Caio César da Silva Guedes
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Publicado em agosto 02, 2024
O público de maior idade, comumente vivenciam quadros em que devem lhe dar com comorbidades relacionadas às alterações fisiológicas e funcionamento irregular do organismo, uma vez que com o envelhecimento o mesmo não se comporte com o melhor vigor que durante a juventude. Deste modo, esses pacientes sofrem de doenças comumente associadas à idade, bem como hipertensão, Diabetes mellitus, problemas cardíacos, distúrbios cerebrais, limitações físicas e outros problemas de saúde. Associado a esses problemas, o paciente idoso realiza uma determinada farmacoterapia, no qual com a falta de acompanhamento e orientações necessárias, ocorre a descontinuidade do da farmacoterapia, promovendo o agravo de comorbidades e o desenvolvimento de outras patologias oportunistas e/ou consequentes. Sendo assim, com o intuito de promover a qualidade na farmacoterapia e implantar medidas favoráveis, que vise garantir a efetividade e realização correta do tratamento, o profissional farmacêutico atua como elemento chave visando orientar, acompanhar, instruir, qualificar e promover saúde através da atenção farmacêutica através de medidas que facilite a adesão ao tratamento medicamentoso desses pacientes. O farmacêutico possui habilidades fundamentais, no qual durante o acompanhamento farmacoterapêutico pode realizar alterações farmacológicas que favorecem melhor adesão à terapia, sugerindo formas farmacêuticas, ajuste de doses e redução de administrações ao longo do dia, favorecendo melhor adesão ao tratamento. Sendo assim, o auxílio do farmacêutico é fundamental tornando possível a promoção à saúde mediante o acompanhamento realizado, no qual favorece a aceitabilidade e adesão farmacoterapêutica entre o paciente idoso e o medicamento.
